VÍDEO: Tambores marcaram forte a presença da Tamandaré no Carnaval de Guaratinguetá

A tradição de percutir tambores no Jongo e outras manifestações culturais foi destacada pela Azul e Branco.


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Texto: Marcos Ivan

Foto: Edna Maischberger

Historicamente os tambores sempre tiveram espaço de extrema importância em praticamente todas as celebrações ou ações das atividades humanas.

O couro esticado tem voz própria em terreiros de Umbanda e Candomblé, marcam os passos da Capoeira, vibram em par e passo os pontos do Jongo, Catopés, Maracatus.

A ancestralidade tem definida a necessidade de “se ter mãos” para o tambô ser tocado. Passa a ser um autêntico ritual a arte de fazer soar o couro.

A Tamandaré levou a bons efeitos o seu desfile, homenageando os Ogãs (tocadores de tambor) e foi contemplada com dois Estandartes de Ouro (para a sua bela Bateria e suas Alegorias). Ficou devendo (segundo os julgadores) em Fantasia, Harmonia e Evolução. Somou 265,3 pontos, conquistando o quarto lugar.

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