VIDEO: Acadêmicos brinda com cachaça o Carnaval 2026 de Guaratinguetá

Um passeio pela história da bebida com cara de brasil e sua presença na cultura popular


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TEXTO: Marcos Ivan

FOTO: Edna Maischberger

Reunindo, num contexto bem estruturado e organizado, a presença da cachaça na cultural popular brasileira, desde os primórdios da colonização, a Escola de Samba Acadêmicos do Campo do Galvão desfiou, na Avenida Carnaval, um enredo bastante saboroso de se apreciar e, pela pegada forte do refrão, ensejou grande parte do público a cantar junto com os integrantes da agremiação.

Um samba enredo forte, bem marcado pelos surdos, principalmente, contando com a presença de um violão 7 cordas simplesmente magnífico, a Acadêmicos teve suas duas melhores notas totais com o samba e a moçada da Bateria (Estandarte de Ouro, junto com Tamandaré e Embaixada do Morro): 29,8 para cada quesito.

Foi terceira nota em Harmonia e ficou cinco décimos abaixo da nota máxima (30) em Evolução.

Destacou, em seu terceiro carro alegórico, o Festival da Cachaça de Paraty, referiu com boas alusões à presença da cachaça em celebrações e cultos. Aliás, até o antigo hábito de “beber o morto” (marcar presença em velórios) teve performance com a presença “do morto mais vivo da Avenida).

Tinha tudo para ficar em terceiro lugar, no mínimo, mas por infração a um dos artigos do Regulamento do Carnaval da OESG (Organização das Escolas de Samba), no tocante às normas disciplinares, foi punida em 1 ponto inteiro, ficando em quinto lugar.

No geral somou 264,9 pontos.

Tem possibilidades de melhor desempenho, comprovadamente pelo seu histórico carnavalesco.

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