LITERATURA: Cuca antes do medo, novo olhar sobre o folclore brasileiro

Autor e artista plástico Márcio Carnêiro convida leitores de todas as idades a refletirem sobre o medo, os julgamentos e a importância de conhecer uma história antes de formar uma opinião.

Texto: Divulgação

Foto: Acervo do autor, com tratamento em IAChatGpt pela redação Revista39

O artista e escritor Marcio Carnêiro lança, no dia 31 de outubro de 2026, às 19h, no Hotel Ibis Taubaté, o livro “Cuca: Antes do Medo”, uma obra infanto-juvenil que propõe uma nova interpretação de uma das personagens mais conhecidas do folclore brasileiro.

Na narrativa, a Cuca ganha uma história de origem ligada à natureza.

Antes de se tornar a figura assustadora presente no imaginário popular, ela era uma guardiã da floresta, transformada por Mãe Natureza em uma criatura de aparência singular.

A partir dessa perspectiva, o autor convida leitores de todas as idades a refletirem sobre o medo, os julgamentos e a importância de conhecer uma história antes de formar uma opinião.

Unindo fantasia, cultura popular e consciência ambiental, a obra busca aproximar crianças e jovens das raízes culturais brasileiras, mostrando que o folclore permanece vivo e pode ser reinterpretado pelas novas gerações.

Para Marcio Carnêiro, a proposta vai além de recontar uma lenda: é uma oportunidade de despertar a imaginação, valorizar a identidade cultural e demonstrar como a literatura e a arte podem transformar olhares. O livro apresenta uma Cuca que vai além do estereótipo de monstro, convidando o público a descobrir o que existe por trás do medo.

O lançamento representa mais uma contribuição do artista para a valorização da cultura brasileira e de suas narrativas populares, reafirmando o potencial do folclore como fonte de criação artística, conhecimento e reflexão.

CURRÍCULO 

Marcio Carnêiro é artista plástico, desenhista, pintor, escritor, coreógrafo, folclorista e educador, natural de Taubaté (SP). Com trajetória dedicada às artes e à cultura popular brasileira, especialmente às tradições do Vale do Paraíba, participou de diversas exposições coletivas e salões de belas-artes, recebendo premiações por sua produção artística.

É graduado em Educação Física pela Universidade de Taubaté (UNITAU) e em Artes Visuais pelo IBRA. Sua atuação transita entre as artes visuais, a literatura, a dança e a preservação do patrimônio cultural imaterial.

Na gestão pública, atualmente exerce o cargo de diretor de Cultura e Economia Criativa do município de Taubaté, integrando a atual administração municipal. Sua atuação está voltada ao desenvolvimento, à valorização e ao fortalecimento das políticas culturais, da produção artística e das iniciativas de economia criativa do município. Anteriormente, também atuou como secretário de Turismo e Cultura de Taubaté.

Como coreógrafo, acumula mais de duas décadas de atuação em projetos de dança, incluindo iniciativas voltadas à terceira idade, com participação em festivais e reconhecimento por meio de premiações. É também cantador de quadrilha há mais de 30 anos, dedicando-se à preservação e à renovação das tradições populares. Entre suas criações está o personagem Lobisomem de Taubaté, inspirado no imaginário e nas histórias tradicionais da região.

Na literatura, dedica-se à criação de narrativas que valorizam o folclore, a memória e a identidade cultural brasileira. Entre seus projetos estão: Eita Nóis – Contos Caipiras, O Lobisomem de Taubaté e a Mágica Ditinha Benzedeira, Firmino, o Guardião da Fé e Cuca: Antes do Medo, obra infanto-juvenil que apresenta uma nova perspectiva sobre a personagem Cuca, relacionando folclore, fantasia, natureza e reflexão.

É fundador do Ateliê de Artes Marcio Carnêiro, espaço dedicado ao ensino e à produção artística, onde desenvolve atividades de desenho e pintura. Também criou o projeto e ponto de Cultura Arte na Roça, voltado à valorização das artes, da cultura rural e do turismo cultural, além da oficina Cores que Curam, que aproxima a prática da pintura de uma abordagem de expressão e bem-estar.

Sua trajetória é marcada pela defesa da arte como instrumento de educação, inclusão, transformação social e valorização das identidades culturais. Seu trabalho busca aproximar as novas gerações das tradições brasileiras, mantendo vivas as histórias, os personagens e os saberes que constituem a memória coletiva.

"A Arte me ensinou a ver um mundo diferente" (Marcio Carnêiro)

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